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Centrais, sindicatos e movimentos promovem ato e passeata contra reformas e em defesa da educação pública

Centenas pessoas participaram hoje do ato político-cultural que marcou o Dia Nacional de Lutas, Paralisações e Greves em Campina Grande. A atividade foi convocada por várias centrais sindicais e movimentos sociais e incluiu uma caminhada pelas principais ruas do Centro. Os participantes protestaram pedindo a revogação da reforma trabalhista, lei da terceirização e da emenda a Constituição 95/2016, que congela investimentos federais durante 20 anos, além da rejeição a proposta de reforma da previdência.

A concentração da manifestação aconteceu na Praça Clementino Procópio, no Centro, onde ocorreram várias apresentações culturais. Por volta das 10h30, os manifestantes percorreram algumas das principais ruas numa passeata que chamou a atenção da população para a perda de direitos trabalhistas e previdenciários.

Durante o percurso da passeata, representantes de várias centrais sindicais, sindicatos, coletivos políticos, movimentos sociais e estudantis se reversaram em discursos alertando a população para os prejuízos que a Reforma Trabalhista, que entrará em vigor a partir de amanhã (11/11), e da Lei da Terceirização, trarão para os trabalhadores.

O Central Sindical e Popular CSP-Conlutas e o Comitê contra a Reforma da Previdência de Campina Grande e também participaram do ato, e seus representantes ressaltaram a necessidade da construção de uma nova greve geral para barrar a reforma da previdência e outros ataques aos direitos dos trabalhadores e da população.

A ADUFCG esteve presente ao ato através de vários diretores e professores filiados, que acompanharam a passeata pelas ruas Venâncio Neiva, Maciel Pinheiro, Avenida Floriano Peixoto até a Praça da Bandeira, onde a manifestação foi concluída no final da manhã.

Os professores da UFCG paralisaram em todos os campi da Universidade no dia hoje, seguindo uma determinação da última assembleia geral da categoria, realizada no dia 18 de outubro.