
Os 61 anos do golpe empresarial-militar de 1964 no Brasil foram lembrados ontem( 01/04) na UFCG, com a realização de um ato político na Praça Marielle Franco, no Centro de Humanidades, no Campus de Campina Grande. A atividade, promovida pelo Coletivo de Mulheres da UFCG, Movimento Olga Benário e Frente de Mulheres de Campina Grande, teve o apoio da ADUFCG.
O ato reuniu representantes de entidades dos três segmentos da comunidade acadêmica da UFCG e também da UEPB, com o objetivo de lembrar e repudiar a violência, o autoritarismo, os atentados aos direitos humanos e os retrocessos políticos, sociais e econômicos provocados pelos 21 anos de ditadura, além da falta de julgamento e punição aos culpados pelas prisões, torturas, desaparecimentos e perseguições a milhares de brasileiras/os praticados no período.



Todas/os os representantes de entidades, coletivos e movimentos sociais e políticos rechaçaram enfaticamente qualquer proposta de anistia que estão sendo defendidas por partidos e agrupamentos de direita ou extrema direita, que organizaram e participaram da tentativa de golpe do dia 08 de janeiro de 2023. “Sem anistia!” foi a palavra de ordem mais repetida durante o ato.
Na atividade, as/os participantes também lembraram de militantes de partidos políticos que foram vítimas da ditadura como Carlos Marighela, Edson Luis, Gregório Bezerra, Anatália de Souza Melo, Soledad Barret e outras/os.
As diretoras da ADUFCG Marinalva Vilar e Luciana Leandro participaram da organização do ato e representaram a entidade na atividade, que também teve as presenças dos diretores Luciano Queiroz e Rosildo Brito .
Fotos e fonte: ADUFCG – 02/04/2025